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Sem apelação, Queens of the Stone Age traz novo disco ao Brasil em primeiro show fora de festival

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Sem apelação, Queens of the Stone Age traz novo disco ao Brasil em primeiro show fora de festival
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Foram três apresentações em diferentes festivais: Rock in Rio, SWU e Lollapalooza, e o Queens of the Stone Age ainda devia ao público brasileiro um show completo, sem limite de tempo, no qual Josh Homme e companhia pudessem mostrar o que sabem fazer de melhor sem amarras. Na quinta-feira, 25, o Espaço das Américas lotado ficou pequeno nas quase duas horas de uma apresentação que valorizou os dois discos mais representativos do grupo, Songs For The Deaf (2002) e ...Like Clockwork (2013) – com o qual a banda está em turnê.

Após a agitada abertura do renomado músico, produtor e engenheiro de som Alain Johannes – acompanhado apenas por um violão em volume mais alto do que o necessário –, o Queens of the Stone Age subiu ao palco pouco mais de dez minutos após o horário marcado (22h). Como é e praxe, o setlist foi aberto com a explosão da dupla “You Think I Ain`t Worth A Dollar, But I Feel Like A Millionaire” e “No One Knows”. Parecia que o público não estava preparado para tantas distorções e decibéis.
“Foi aqui onde começamos e é aqui onde vamos terminar”, disse o vocalista Josh Homme, pontuando o reencontro de “My God is The Sun” com a cidade onde ela foi escutada pela primeira vez, no Lollapalooza 2013, antes mesmo de o disco ...Like Clockwork ter sido lançado. A faixa manteve o peso dos primeiros momentos do show, revelando a segurança dos integrantes do QotSA, já em fim de turnê, no palco, com as três guitarras conversando entrosadas com o chocalho tocado por Troy Van Leeuwen.
A apresentação seguiu com a irreverência e os falsetes de “Smooth Sailing”, um dos momentos mais brilhantes da banda ao sair da zona de conforto. A performance contou com as requebradas calculadas de Josh Homme, que passava a mão na boca de maneira a reforçar ainda mais o sex appeal quase inerente aos shows do Queens of the Stone Age. Apesar dos momentos de carisma, a atuação de Homme nada tem de apelativa, e o cantor se restringe a algumas conversas com a plateia, mantendo a classe ostentada pelo topete indefectível e a quase excelência como músico.

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