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O rock de classe média dos Paralamas do Sucesso comemora 30 anos

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ImprimirReportar erroTags:folha, rappa, reúnem, science, começar, forma, chico e escreve438 palavras6 min. para ler
O rock de classe média dos Paralamas do Sucesso comemora 30 anos
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O trio Paralamas do Sucesso quer marcar seus 30 anos com um pacote: o especial de TV com show comemorativo sai agora em CD e DVD.
O escritório/estúdio do grupo fica em um prédio baixo no bairro carioca Jardim Botânico onde também mora o baterista João Barone. É ele quem explica o processo de criação desse trabalho.
“Foi um desafio. A gente estava preparando um show sem a premissa de um trabalho autoral novo, sem a desculpa de um álbum novo, de inéditas, que é o que normalmente orienta uma turnê“, disse o músico.
A escolha do repertório deixou hits de fora, como “Óculos“ e “Trac Trac“. O trio organizou o show em blocos com alguma unidade, separando baladas, rock e reggae.
Segundo o baixista, o público da turnê é “misturado“, com gente da geração deles que traz os filhos. O grupo vai estender mais a turnê.
“Estamos tão contentes que a gente vai dar uma de Paul McCartney e manter esse show um pouco mais na estrada“, diz Barone.

A banda já trabalha em novas canções. “A gente tem se encontrado, trocado ideias e gravado um pouco“, conta o guitarrista Herbert Vianna.
Barone diz que eles se reúnem para começar a dar forma às ideias iniciais de Herbert (“Ele escreve muito, sempre tira alguma coisa da cartola“), mas sem compromisso com a hora de gravar.
O trio acredita no encolhimento do público de rock. Para Barone, o rock ficou rendido com a popularização massiva de outros gêneros que os jovens consomem.
“Hip-hop, funk, música sertaneja, seja lá o que for. Com a ascensão da classe C, isso acabou pegando uma fatia do mercado que um dia o rock representou. A gente sabia que nosso sucesso era um fenômeno mais de classe média.“
Bi argumenta que o rock voltou “para o tamanho que tem que ser, do tamanho que era antes de ter essa onda da qual a gente fez parte. O rock existia antes no Brasil, como um gênero pequeno. Voltou para o tamanhozinho dele“.
“A gente foi a primeira banda da nossa geração que apontou para a música brasileira“, prossegue o baixista. “Muitas bandas vieram atrás, como Chico Science, O Rappa. E tendeu para purificar o negócio, ir deixando o rock de lado. Hoje tem muita garotada fazendo MPB, fazendo samba.“
No DVD, eles emendam um dos sucessos iniciais, “Vital e Sua Moto“, com duas músicas do Police, “Don`t Stand So Close to Me“ e “Every Breath You Take“. Fãs antigos se lembram de como a banda era insistentemente comparada ao Police no começo dos anos 1980.



          
                      “ VOCÊ VIVE CHAPECÓ, VOCÊ CURTE SONORA! “ 



Fonte: Folha

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