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Justiça russa nega fiança a ativista brasileira do Greenpeace

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Justiça russa nega fiança a ativista brasileira do Greenpeace
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A Justiça russa negou, nesta quinta-feira, 24, que a bióloga brasileira Ana Paula Maciel, de 31 anos, pudesse responder em liberdade, e por meio do pagamento de fiança, ao inquérito aberto contra 30 ativistas que protestaram contra uma plataforma de exploração de petróleo no Ártico da empresa russa Gazprom, no dia 18 de setembro. 
De acordo com o Greenpeace, que divulgou as informações nesta manhã, a brasileira começou a ser ouvida por volta das 4h (horário de Brasília) na cidade de Murmansk, onde o grupo é mantido preso.

Segundo a ONG, até as 10h04, a bióloga gaúcha e outros 28 ativistas também tiveram negados os pedidos de fiança. O grupo de ativistas está em prisão preventiva desde 19 de setembro. Eles ficarão presos até, pelo menos, 24 de novembro.
O advogado de Ana Paula também solicitou que ela acompanhasse a audiência fora da cela, mas o juiz deu razão ao promotor do caso e negou o pedido, informa a ONG.
O Estadão entrou em contato com o  Ministério das Relações Exteriores brasileiro, mas não obteve resposta.
Nessa quarta-feira, 23, a Rússia retirou a acusação de pirataria contra os 30 ativistas envolvidos no protesto no Ártico e a substituiu por uma acusação menos grave: de “hooliganismo“. A informação foi divulgada pela agência de notícias Itar-Tass.
A pena para a pirataria é de 15 anos de prisão. Já a de “hooliganismo“, equivalente a vandalismo, seria de sete anos. Dos 30 presos, 28 são ativistas e dois, jornalistas.
A Rússia também anunciou nessa quarta que rechaça a arbitragem do Tribunal Internacional de Direito do Mar pedida pela Holanda para libertar os ativistas presos no Ártico. O barco invadido tinha bandeira holandesa e estava em águas internacionais.
Fonte: Estadão
Foto: Greenpeace/Divulgação

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