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Adele proíbe Trump de usar suas músicas em campanha

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Adele proíbe Trump de usar suas músicas em campanha
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A cantora Adele disse a Donald Trump que ele não tem permissão para usar suas canções em comícios da campanha à presidência dos Estados Unidos. Ela afirmou isso depois que os fãs expressaram descontentamento pelo fato do pré-candidato usar sucessos da cantora como música de aquecimento.

Trump tem constantemente tocado “Rolling In The Deep”. Ele, que é fã de Adele e assistiu seu show em Nova York no ano passado, também tem feito uso de “Skyfall”, tema de James Bond, depois de fazer seu discurso sobre o futuro dos Estados Unidos.

Os fãs se expressaram pelas redes sociais: “Não acho que ele pediu sua aprovação. Esperemos que ela se oponha”, tuitou um.

“Nãoooooo!! Adele não!! Trump tem que estragar isso também?!,” questionou outro. “Acho que ela está se contorcendo tanto quanto nós estamos… gostaria que ele se afogasse nas profundezas. Esse fanático”, escreveu outro. Outros questionaram se Adele estaria sendo paga pelo uso das suas músicas.

Adele finalmente quebrou o silêncio e deixou claro que não endossa Trump ou o uso das suas músicas pelo empresário. “Adele não deu permissão para que sua música fosse usada em qualquer campanha política”, disse um porta-voz da cantora ao jornal The Independent.

Mike Huckabee, rival de Trump para a nomeação republicana, também tentou lucrar com a popularidade de Adele. Huckabee postou um cover de “Hello”, da cantora, no Twitter e no YouTube com letras sobre a assembleia de Iowa e seus rivais. Devido a uma reivindicação do detentor dos direitos autorais da canção, o áudio foi silenciado. Adele preferiu ficar de fora dos debates políticos, uma vez que, segundo uma declaração de 2011, ela é uma centro-esquerda.

Adele não é a primeira artista a ter que enfrentar o pretensioso empresário pelo uso indevido de suas obras. O vocalista do Aerosmith, Steven Tyler, já ordenou que Trump parasse de usar a balada “Dream On” em eventos. Os advogados de Tyler enviaram uma segunda carta com uma ordem de cessar ao comitê de campanha de Trump. Ela afirma que Trump “não tem a permissão do nosso cliente para usar ‘Dream On’” ou qualquer outra canção de Tyler e que “dá a falsa impressão de que ele está conectado com ou endossando a candidatura presidencial do Sr. Trump”.

Trump já havia irritado os fãs de Adele depois de “furar a fila” para chegar ao seu assento na apresentação exclusiva da britânica no Radio City Music Hall, em novembro passado.

Vários músicos tiveram motivos para reclamar sobre o uso das suas canções por políticos. O líder do R.E.M., Michael Stipe, se opôs à utilização da canção de 1984 “It’s the End of the World as We Know It (And I Feel Fine)”, utilizada por Trump e pelo senador do Texas Ted Cruz, outro candidato para 2016. Bruce Springsteen se opôs ao uso de “Born In The USA” por Ronald Reagan em 1984.

Enquanto isso, a banda indie Vampire Weekend publicamente apoiou o possível representante do partido democrata Bernie Sanders. O grupo se juntou a Sanders no palco em um comício em Iowa e cantou um cover de “This Land Is Your Land”, de Woody Guthrie, com o senador esquerdista de Vermont.

Fonte: Billboard


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